- Pois a criação em expectativa anseia pela revelação dos filhos de Deus;
- De fato, a criação foi submetida à vaidade — não por seu querer, mas por vontade daquele que a submeteu — na esperança;
- De ela também ser libertada da escravidão da corrupção para entrar na liberdade da glória dos filhos de Deus;
- Pois sabemos que a criação inteira geme e sofre as dores de parto até o presente;
- E não somente ela. Mas também nós, que temos as primícias do Espírito, gememos interiormente, suspirando pela redenção do nosso corpo;
- Pois nossa salvação é objeto de esperança; e ver o que se espera não é esperar. Acaso alguém espera o que vê?
- E se esperamos o que não vemos, é na perseverança que o aguardamos.